IGREJA
MATRIZ: Igrejas patrimônios históricos Brasil afora quando
acidentadas por incêndio, etc. são restauradas obedecendo
o máximo de fidelidade ao monumento original. Em razão disso
tais restaurações podem demorar 10, 20 anos.
Destruída por incêncio, nossa matriz está sendo restaurada.
Esperamos que na composição do seu restauro tenham sido
feitos estudos, consultados e fornecido, quem tinha imagens originais
tais como fotografias de casamentos ali realizados, retratos falados pelos
frequentadores habituais, para conseguir-se o máximo possível
de aproximação ao que era do altar, altares menores e seus
respectivos santos, vitrais, pinturas de teto, etc. pois certamente o
povo de São Vicente não desejará diferente. O dinheiro
para reformas como em qualquer outro lugar do Brasil, é escasso,
demorado, vêm em conta-gotas mas, acaba vindo. Nesse tipo de trabalho,
são até descobertos e desenvolvidos novos artistas em pinturas,
entalhes, etc., locais, até porque sendo da própria região,
terão mais gosto por esses ofícios.
Queremos ter o prazer em constatar que piercing tem total intimidade com
restauro de igreja histórica e que temos Dom Bispo que resolva.
Esperamos que nossa principal igreja não se transforme em um "galpãozão"
inspirado em lay-out de igreja Universal. Se tal fato acontecesse, teríamos
uma tremenda metamorfose de nossa igreja matriz, ou melhor, até
a palavra da transformação seria mudada, seria "metaformose". |
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Transcrição
do site oficial da Prefeitura de São Vicente
São
Vicente é a primeira cidade do Brasil, afirma especialista em história
brasileira no Jornal Hoje
Encenação
reacende antiga polêmica. Hernâni Donato, consultor da Editora
Melhoramentos e membro do Instituto Histórico e Geográfico
de São Paulo confirma primazia São
Vicente é a primeira Cidade do Brasil. O título de Cellula
Mater, que tanta polêmica já causou, foi definitivamente
confirmado, desta vez, com a grife de um especialista em História
Brasileira. Em entrevista ao Jornal Hoje, da Rede Globo, divulgada nesta
segunda-feira(dia 9/2/2004), Hernâni Donato, membro do Instituto
Histórico e Geográfico de São Paulo e consultor da
Editora Melhoramentos, esclarece a questão de uma vez: "Legalmente
e historicamente não há dúvida, é São
Vicente. Não há como contestar, isso porque os documentos
são claros. A vila se estabelece com um diploma legal que é
o foral".
Segundo ele, apesar de ter havido vários núcleos de vendas
de produtos e de aglomeração de gente em diferentes pontos
do País, o primeiro município do Brasil só viria
a ser fundado em 1532, quando Martim Afonso de Sousa veio de Portugal
trazendo autorização do rei para fundar uma vila.
Donato explica que onde já havia um povoado de brancos e índios,
Martim Afonso criou Câmara Municipal e ergueu um pelourinho. "Eram
dois símbolos de que o estado português estava presente na
América do Sul. A colonização, de forma organizada,
começou em São Vicente".
O repórter Rodrigo Vianna, autor da matéria, destaca que
"São Vicente, que já aparecia num mapa de 1502 com
o nome de San Vincenzo, tem razão para tanto orgulho. Faz a festa
todos os anos para lembrar que foi o primeiro município ou, como
está no brasão oficial, a célula mãe do que
viria a ser esse imenso país".
Entre as cidades que disputavam a primazia, a reportagem cita Porto Seguro,
na Bahia, primeira porção de terra visitada pela esquadra
de Pedro Álvares Cabral, em 1500. Lá, a vila só foi
fundada em 1534.
Lembra também de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, onde o navegante
português André Gonçalves aportou em 1502. A vila
foi criada em 1608. Comenta sobre São Francisco do Sul, em Santa
Catarina. Em 1504, um grupo de franceses fundou um pequeno povoado na
área, que já era ocupada pelos índios carijó.
Mas Câmara Municipal e Pelourinho surgiram em 1660.
Hernâni Donato, no entanto, explica que em tais locais não
foram criadas vilas, pois nos primeiros anos de colonização
havia apenas feitorias na costa brasileira.

UM
CASTELO VICENTINO
Em verdade, não é conhecido como castelo, mas sim como o
“Castelinho de São Vicente”. Integrante do Jardim Aralinda,
na rua João Ramalho esquina com Rua Cândido Rodrigues, sempre
chamada como a Vila dos Ingleses, em razão de todas as suas casas
terem sido construídas no mesmo estilo arquitetônico inglês.
Os materiais empregados na construção dessa vila foram de
excelente qualidade, inclusive com as vigas de ferro, alguns trilhos de
trem e suas portas de pau-brasil.
A construção da vila é de 1931, sendo grande atração
pela sua beleza arquitetônica, talvez o mais belo conjunto residencial
da Baixada Santista.
Na imponência do ”Castelinho”, há registros muito
importantes, tal como o fato da Estrada de Ferro Sorocabana, em expansão
na época, ter instalado no prédio algumas dependências
de sua administração e moradia de seus altos funcionários
e engenheiros.
Importantes famílias vicentinas, inclusive alguns estrangeiros,
moraram no Jardim Aralinda e, por longo tempo, a família do ex-prefeito
Márcio França.
O castelinho transformou-se em condomínio, com sete apartamentos,
a partir de 28 de novembro de 1946.
Seu engenheiro construtor foi Humberto Gagliasso, o segundo maior construtor
em São Vicente, 90 prédios, entre os quais a Vila Santo
Antonio e o Edifício Anchieta na Praça Barão do Rio
Branco.
FONTE: Boletim do IHGSV
Southern São Paulo Railway (1913-1927); E. F. Sorocabana (1927-1971);
FEPASA (1971-1998), hoje CPTM
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