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SANTOS - SP
 
UMA COISA É UMA COISA,
OUTRA COISA É OUTRA COISA!
 
         
O candidato a presidente nunca eleito antes para o cargo, de fora desse poder e ignorando as "mumunhas políticas dessa esfera, canta de galo que, se eleito, "vai fazer e acontecer".
Os eleitores no final o elegem, mas, que não confundam promessas de campanha (que é uma coisa) com o efetivamente realizado, ou melhor, não realizado durante o governo (que é outra coisa). Também vale para outros cargos de governantes públicos.
   
 
Por acaso, alguém lembra das "5 metas" que foram o slogan de campanha de Fernando Henrique ? (*).
O que se viu foi a acomodação do governo se enquadrando para onde levava a maré (FMI). Foi criado o "sistema de governo fisiológico" e este, se firmou; veio para ficar. De agora em diante, quem não o praticar, nem se equilibra no cargo.
   

Na promessa de governo, (hipotéticamente), o candidato promete "fazer e acontecer"
Assim que passa a governar, descobre que quase nada é a facilidade que aparentava; encontra o "ecossistema próprio" daquele nível de relacionamento. Começa a se deparar com terrenos alagadiços, pântanos, penhascos, precipícios, desertos, secas, chuvas, temporais, enchentes, frio, calor, ar rarefeito, pressão atmosférica, pressão psicológica, fritura, etc. Encontra os bichos próprios desse "ecossistema", tais como escorpiões, cobras, corvos, sapos, macacos, piranhas, hienas, raposas, morcegos, abutres, ratos, sangue-sugas, lacraias, onças, chupins, crocodilos, etc.
Se enche de razão e brada: "vamos lá ! vamos revolucionar a nação !".
Nessa caminhada começa a tropeçar e gastar tempo com o "ecossistema".
Passa o tempo e o dinheiro disponível se foi!
Brada: "Apertem os índios, aumentem a arrecadação, o dinheiro tá minguando!" .
Não tá dando patrão!
Brada: Dêem um jeito, ameacem soltar os leões!
Mas, patrão, aqui no Brasil, não temos leões!
Brada: Soltem o som com o rugido dos leões; os índios têm que sentir medo; os índios têm que contribuir mais!
Assim, no ecossistema, o governo se arrasta, a situação muda somente para pior, e no final do percurso, o presidente chama a mídia e em vez de apresentar a bela obra que prometeu construir, mostra o que conseguiu; analogicamente assim: uma locomotiva capenga e híbrida, com frente de diesel, centro de elétrica e traseira de maria-fumaça.
Brada: " Não é uma belezura !?!";
Vem alguém e diz: Mas, patrão, "as rodas são quadradas, ela não vai poder andar".
Brada: É só pedir liberação de mais uma parcela prô FMI para as rodas de trás, depois outra para as centrais, depois para as da frente, em uns 3 ou 4 anos ela estará rodando "pianinho pianinho";
Será? alguém pergunta;
Ele brada: "Eu prometo!"
Pois bem, todos já sabemos que o resultado de um governo nada tem a ver com o que foi praticado e prometido na campanha; são duas coisas totalmente distintas pois governar cumprindo as promessas, é fora da alçada de qualquer um.

Atualmente estamos livres do FMI.


(*) Comentou-se há tempos que nosso ex-presidente Fernando Henrique teria na verdade, nascido na França, quando seu pai, General Cardoso era adido militar lá.
Recapitulando-se que:
- FH auto exilou-se na França durante a ditadura militar (não foi expulso do Brasil);
- lecionou na Sourbone;
- foi o único brasileiro a discursar no parlamento francês;
- comprou porta-aviões francês; e
- xodó com a França, país preferido de suas férias e descanso,
conclui-se que, até prova em contrário, (registro de nascimento em cartorio nacional), FH provavelmente nasceu mesmo em solo francês com registro na embaixada de lá.